1Q1977Direito Processual PenalProcesso e procedimentoAno: 2022Banca: Fundação Getúlio VargasProva: FGV - OAB - Advogado - 2022Após ter sido exonerado do cargo em comissão que ocupava há mais de dez anos, Lúcio, abatido com a perda financeira que iria sofrer, vai a um bar situado na porta da repartição estadual em que trabalhava e começa a beber para tentar esquecer os problemas financeiros que viria a encontrar. Duas horas depois, completamente embriagado, na saída do trabalho, encontra seu chefe Plínio, que fora o responsável por sua exoneração. Assim, com a intenção de causar a morte de Plínio, resolve empurrá-lo na direção de um ônibus que trafegava pela rua, vindo a vítima efetivamente a ser atropelada. Levado para o hospital totalmente consciente, mas com uma lesão significativa na perna a justificar o recebimento de analgésicos, Plinio vem a falecer, reconhecendo o auto de necropsia que a causa da morte foi unicamente envenenamento, decorrente de erro na medicação que lhe fora ministrada ao chegar ao hospital, já que o remédio estaria fora de validade e sequer seria adequado no tratamento da perna da vítima. Lúcio foi denunciado, perante o Tribunal do Júri, pela prática do crime de homicídio consumado, imputando a denúncia a agravante da embriaguez preordenada. Confirmados os fatos, no momento das alegações finais da primeira fase do procedimento do Tribunal do Júri, sob o ponto de vista técnico, a defesa deverá pleitearAlternativas da questão Q1977–Ao afastamento da agravante da embriaguez, ainda que adequada a pronúncia pelo crime de homicídio consumado.–Bo afastamento, na pronúncia, da forma consumada do crime, bem como o afastamento da agravante da embriaguez.–Co afastamento, na pronúncia, da forma consumada do crime, ainda que possível a manutenção da agravante da embriaguez.–Da desclassificação para o crime de lesão corporal seguida de morte, bem como o afastamento da agravante da embriaguez.Entrar para responderComentáriosAnotações (0)EstatísticasReportar erro